quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Aos mestres: aqueles que fizeram parte da minha vida




Hoje, no dia do professor tive um momento de nostalgia. Por alguns segundos passou pela minha mente toda a trajetória de minha vida escolar e agora me pergunto: o que seria de mim se não fossem alguns dos meus antigos e atuais professores?
A primeira lembrança de maestria que tenho é aos 6 anos, no 3º período, com a professora Cláudia. Aquela que me ensinou a ler. E minha própria mãe, que me deu aula, ainda no 2º período. Como não citar a Eliana (ou, 'tia Eliana') da 1ª série? Lembro-me também da Cláudia Kuschemberg, da 4ª série (pensa o que era pra uma criança de 10 anos escrever esse sobrenome!rs). No ensino médio, fase escolar mais marcante para mim, depois da faculdade, posso citar também o Márcio, que me fez gostar de biologia. O Ildeu e o Leonardo que penaram pra me ensinar física e matémática, respectivamente,rs. Eu tinha muita dificuldade! A Girlaine, que, com seu perfeccionismo, me ensinou as bases para se fazer um bom texto. Por causa dela eu aprendi de vez a usar a trema e até hoje acho estranho escrever "consequência" sem os 'dois pontinhos' em cima da letra 'U',rs. O Carlão que me fez apaixonar pela História. Por causa desse 'fofonildo' (era assim que ele chamava os alunos) eu pretendo, um dia, fazer graduação em História. Por vontade mesmo, apenas para me aprofundar na área. E a Cláudia Abreu, que embora não tenha me dado aula, era coordenadora do colégio. Ela me ajudou muitas vezes. Esses professores do Ensino Médio foram não apenas professores, mas meus amigos por um bom tempo. Guardo-os na memória até hoje. Quando me formei foi complicado imaginar que não teria mais professores-amigos por perto. Engano meu. 

Quando entrei na Universidade demorei um pouco pra me adaptar. Mas Daniela Valadares e Cacá (Carlos Falci), logo no 1º período, se encarregaram disso (involuntariamente e talvez nem saibam). Já acostumada com o ritmo da faculdade, lembro-me no 2º período do Rafael (engraçadíssimo), da Dulce (um doce de pessoa), da Marli (a inteligência personificada) e da Carmem (no início não gostei, confesso. Mas depois vi que hipermídia é uma matéria muito importante e ela soube passar isso muito bem). No 3º período tive contato com dois professores sensacionais: Ronaldo, professor de Ética (a inteligência personificada 2). Posso afirmar que foi o melhor professor de toda a minha trajetória escolar e acadêmica, não apenas por saber ensinar a matéria da melhor maneira, mas por tratar a todos com educação. Uma pessoa simplesmente excepcional! E Daniela Serra, que me passou boa parte do que eu preciso saber para fazer um bom texto jornalístico. Lembro das técnicas por ela ensinadas quase sempre no meu estágio. Um doce de pessoa. Nessa mesma época conheci a Alessandra Girard, que apesar de não ter me dado aula, foi minha coordenadora na agência da PUC (onde fiz monitoria). Aprendi muito sobre Comunicação com ela. Agora, já no meio do curso (4º período), me surpreendo cada vez mais com a competência do Mário Viggiano. Sei que sou suspeita pra falar da matéria dele (Teorias e Técnicas de Jornalismo), uma vez que amo Jornalismo. Mas ele passa não somente as teorias do Jornalismo. Nos mostra com vontade e bom humor alguns dos desafios enfrentados nessa profissão. Além de se preocupar de verdade com seus alunos (o que falta em boa parte dos professores atualmente). 
Todos esses professores que citei, foram, são e sempre serão marcantes em minha vida. Pode ser que alguns deles eu não veja nunca mais. Mas de certa forma, todos ajudaram a moldar um pouco do que sou hoje. Se metade dos professores tivessem, pelo menos, algumas das características que eles têm, provavelmente a educação no nosso país seria bem diferente. Saibam que vocês são exemplos a serem seguidos. A todos dessa lista um MUITO OBRIGADA!

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Pensamentos soltos, traduzidos em palavras


Hoje estou reflexiva. Algumas coisas têm acontecido comigo e confesso que estou um pouco confusa. Apesar de ser geniosa e ter uma personalidade forte, sempre fui de me preocupar muito com as pessoas, de prestar ajuda, de me colocar à disposição e de tentar não ter intriga com ninguém. São coisas pequenas, mas que sei que fazem a diferença pra algumas pessoas. Confesso, já tentei ser menos “boazinha”, mas não consegui; é da minha natureza ser assim. Sentimento e modo de agir ingratos às vezes. Muitos não reconhecem ou devem até pensar ser falsidade. Com isso você acaba ficando "no vácuo" com suas atitudes. Existem mais pessoas assim? Amo meus amigos e sei que, aqueles que realmente me têm como amiga também, reconhecem e retribuem. 
Aliás, o que seria de mim sem eles? Existe uma música da Ludmila Ferber que diz “amigo se faz em tempos de paz, mas na angústia é que se prova o seu amor”. Fato. Obrigada, Deus, pelos amigos de verdade que o Senhor me deu. 
Por falar em “amor”: palavra que ultimamente vem sendo usada com tanta frequência, mas muitas vezes da boca pra fora. Amor é coisa séria, se não sente, melhor não pronunciar um “eu te amo”. Não é verdade? 
Enfim...palavras soltas, pensamento soltos...traduzidos em palavras.